A História das Religiões torna-se pobre e mesquinha se tivermos da espécie humana, e de sua trajetória nos séculos e nos milênios, uma visão limitada e capciosa. Não se faz necessário pretender-se uma macro visão filosófica e antropológica da inteira realidade humana para se obter uma atitude de equilíbrio diante de nós próprios, de nossa origem e de nosso objetivo neste mundo. È suficiente alimentar-se de mansidão e de compreensão, deixando ao longe o fanatismo e os preconceitos, e abrindo-se ao que já foi revelado ao homem através dele mesmo, no uso de sua racionalidade, dom preciosíssimo de Deus.
