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Isto em nada diminui a validade e importância dos livros sagrados. São eles, em muitíssimos aspectos, ricos depositários de sabedoria e de orientação. Mas, para não se cair no extremo, importa recordar sempre sua origem mista: algo de d
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Recorde-se ainda: dos seres que vieram a este mundo, enviados por Deus, um Único e somente Esse, não trazia em Si qualquer limitação humana! O Verbo de Deus conservou sempre Sua Divina Vontade, incorrupta, e Sua Suprema Soberania!
Todos os outros, por mais virtuosos e veneráveis que sejam, eram seres humanos, limitados e falíveis! Traduziam, segundo a própria concepção humana que possuíam (e segundo seus próprios prejuízos culturais!) as revelações que recebiam.
Somente a palavra de Cristo, quando fielmente transmitida, é perfeita e prima sobre tudo! Porém, mesmo manifestações do Cristo Redentor, que Se dirigia a homens de finita sabedoria, portadores de uma herança cultural, devem ser despidas de eventuais vestes nelas colocadas para torná-las mais facilmente acessíveis. Cristo, por veze, para bem fazer-se compreender, usou figuras próprias do meio cultural em que cumpria Seu Ministério. Importa para permanecer na verdade, não se atribuir um valor ou significado objetivo a símbolos específicos de uma linguagem já estabelecida e de uso comum.
