Todas as teorias tendentes a explicar a criação do homem, quanto à sua realidade espiritual, quer quanto a origem dessa realidade, quer quanto ao momento em que foi insuflada no corpo material, são, pela própria natureza do objeto, mais ou menos utópicas ou fantasiosas.
Não constituem, para a maioria das comunidades eclesiais, objeto de definição dogmática. Ao menos nisto, houve um certo equilíbrio de atitude nas assembléias eclesiásticas: não se tentou decidir, por votação ou qualquer outro meio, sobre a verdade desta ou daquela teoria.
A Sagrada Hierarquia dos cristãos primitivos, em uma decisão de 1650 (1), recomendou que se permanecesse fiel à bela e simples linguagem bíblica:
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“O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou no seu rosto um sopro de vida, e o homem tornou-se alma vivente”(Gen.,II,7).
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Essa expressão é singela, bela e verdadeira. Em primeiro lugar, revela que o homem é constituído de um elemento material, o corpo, formado dos mesmos elementos que constituem a terra. Em segundo lugar, revela que esse elemento é inerte e sem vida. Esta só aparece quando Deus inspira um sopro de vida. È então que o homem torna-se alma vivente.
Então, deve-se concluir, é esse sopro de vida, vindo do próprio Criador, que constitui, no ser criado, a parte espiritual.
Isto é de fundamental importância: a parte material do homem, se assim se pode dizer, é criação das mãos de Deus. E constituída a partir de um ato exterior. Já a parte espiritual, que faz do homem uma alma vivente resulta de um sopro inspirado por Deus. Mais claramente: não é uma substância exterior ao Criador, mas uma emanação d´Ele.
Aí, nessa parte, está a origem da concepção divina do homem. Deus, por esse sopro, torna Sua criatura partícipe de Sua natureza.
Muitos esqueceram, não viram ou condenaram esta verdade.
Não constituem, para a maioria das comunidades eclesiais, objeto de definição dogmática. Ao menos nisto, houve um certo equilíbrio de atitude nas assembléias eclesiásticas: não se tentou decidir, por votação ou qualquer outro meio, sobre a verdade desta ou daquela teoria.
A Sagrada Hierarquia dos cristãos primitivos, em uma decisão de 1650 (1), recomendou que se permanecesse fiel à bela e simples linguagem bíblica:
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“O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou no seu rosto um sopro de vida, e o homem tornou-se alma vivente”(Gen.,II,7).
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Essa expressão é singela, bela e verdadeira. Em primeiro lugar, revela que o homem é constituído de um elemento material, o corpo, formado dos mesmos elementos que constituem a terra. Em segundo lugar, revela que esse elemento é inerte e sem vida. Esta só aparece quando Deus inspira um sopro de vida. È então que o homem torna-se alma vivente.
Então, deve-se concluir, é esse sopro de vida, vindo do próprio Criador, que constitui, no ser criado, a parte espiritual.
Isto é de fundamental importância: a parte material do homem, se assim se pode dizer, é criação das mãos de Deus. E constituída a partir de um ato exterior. Já a parte espiritual, que faz do homem uma alma vivente resulta de um sopro inspirado por Deus. Mais claramente: não é uma substância exterior ao Criador, mas uma emanação d´Ele.
Aí, nessa parte, está a origem da concepção divina do homem. Deus, por esse sopro, torna Sua criatura partícipe de Sua natureza.
Muitos esqueceram, não viram ou condenaram esta verdade.
