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Em religião, a consciência crítica, a capacidade de distinguir, é fundamental. Ao menos para quem pretenda caminhar por uma via de reto crescimento, usando e usufruindo dos dons que Deus nos conferiu em nossa origem.
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O ser bom é basilar para o avanço nos valores da espiritualidade. Ver o interesse do próximo como nosso próprio interesse, compreender as necessidades e angústias do outro como próprias, é o patamar básico da espiritualidade, o seu fundamento maior. Mas este é o único do caminho. E é a parte mais difícil, porque exige a renúncia de volições egoísticas.
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Transitar por este caminho é deslanchar numa senda infinita de aperfeiçoamento e de realizações que nos levarão a um estado de inconcebível riqueza de nosso ser. Não de uma riqueza externa, mas daquela outra que, vivendo em nós, nos fará participes de uma mais alta concepção do que somos e para que fomos criados, levando-nos a uma estado de plenitude de consciência e descortinando ante nós uma realidade hoje inconcebível.
