Uma crítica equilibrada da Teologia, em suas várias facetas, é o único caminho que pode revigorar a fé e a confiança da Comunidade Eclesial.
Sacerdotes que cumprem ritos mas não mais acreditam nos ensinamentos que teriam a responsabilidade de transmitir, por reconhecê-los inócuos e ultrapassados, não servem a ninguém, nem à Humanidade, nem a Deus. E violentam-se a si próprios.
Deveriam rever sua opção ministerial, afastando-se honestamente daquilo em que não mais acreditam. Isto não significa renunciar ao amor de Deus e da Humanidade. Significa apenas procurar um caminho mais de acordo com a sua consciência.
Abrir-se à Graça de Deus, pedir ajuda e orientação, abandonar o medo e buscar seriamente novas opções ministeriais – são atitudes a pensar e caminhos a seguir.
É certo que surgirá à sua frente um campo ministerial que corresponda às suas necessidades espirituais e reafirme sua vocação, dando novo e fecundo alento a seu trabalho pela Humanidade, no serviço do Único Deus.
